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UM GRUPO

MULTIDISCIPLINAR

Acreditamos que a comunicação é um elemento muito rico para ficar restrito a um único meio. Por isso criamos quatro empresas, cada uma com a sua expertise, que se convergem para oferecer soluções completas para as necessidades dos nossos clientes.
  • COMUNICAÇÃO E PROMO
  • NTI
  • SALA DE IMPRENSA

Marketing, Publicidade e Eventos Promocionais
A nossa agência de publicidade conta com profissionais preparados para oferecer soluções cada vez mais criativas e inovadoras. A nossa capacidade de planeamento, envolve todos os braços da comunicação e contribui para o alcance dos melhores resultados e satisfação plena dos nossos clientes. Esse é o nosso talento.

Desenvolvimento de portais, sites e conteúdos para a web.
A NTI é a unidade digital do Grupo NC. Focada em resultados, a empresa desenvolve sistemas e soluções de acordo com o tamanho e as necessidades de cada um dos seus clientes. Dentro da sua capacidade de atendimento, estão os serviços de monitoramento de notícias e redes sociais, desenvolvimento de sites corporativos, criação de APPs, criação de banners, email marketing, newsletter, dentre outras ferramentas de comunicação e marketing digital.

Produção de Conteúdo, Assessoria de Imprensa e Clipping
Entre as variadas competências da nossa Sala de Imprensa, está o fortalecimento da imagem de corporações e órgãos públicos, através da execução de planos de comunicação, assessoria de imprensa, monitoramento de notícias e clipping. O que difere o trabalho da Sala de Imprensa é a sua expertise no desenvolvimento do serviço de media training, destinado a porta-vozes, executivos, líderes de grandes corporações, dirigentes do Executivo nacional (ministros) e seus colaboradores.</div

NC NEWS

Após completar 5 Anos de presença no mercado de comunicação angolano, o Grupo NC lança a revista digital NC News, que tem como objectivo trazer informações relevantes sobre a nossa área de actuação e apresentar o trabalho que vem sendo implementado pelo Grupo. Na primeira edição Especial 5 Anos apresentamos uma entrevista com o director geral do Grupo NC, Maurício Santana, que fala sobre os projectos comunicacionais desenvolvidos pelas empresas do Grupo NC nesses últimos anos. Boa leitura!

NOSSOS TRABALHOS

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PRODUÇÃO GRÁFICA
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PUBLICIDADE E PROMO
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CLIENTES

“Criatividade é uma mente selvagem e um olho disciplinado”.

Dorothy Parker


O que acontece de importante na NC,
você vê aqui!

O QUE OCORRE NA MENTE DA GERAÇÃO Z?

15 de agosto de 2018
Por Isabela Lage Eís que, aproximadamente a meados dos anos 90, nasce uma geração que não sabe – nem precisa, nem quer – ler o manual de instruções. Uma geração que chegou para revolucionar, para inspirar, para empreender e para causar dor de cabeça às gerações anteriores. Esta geração, denominada Geração Z, aborda as pessoas nascidas entre 1995 e 2016. E encontra-se caracterizada pelo boom tecnológico, a idealização e o nascimento da World Wide Web, o constante sentimento de insatisfação e de insegurança com respeito ao futuro aguardado. Apesar de que os “nativos digitais” estão a passar pela Grande Recessão (primeira grande crise económica depois da Grande Depressão), são conhecidos por serem a geração mais tolerante de todas as anteriores, conhecidos pela constante luta pelo reconhecimento e pela aceitação das diferenças. Sem embargo, estes também são caracterizados pela falta de destreza ao se comunicar. Pois, como é obvio, com a Internet, a interacção com as demais pessoas é menos utilizada e isto cria a famosa “geração silenciosa” – que não fala nem escuta. O GRANDE PROBLEMA AO SE COMUNICAR COM A GERAÇÃO Z A geração Z não pretende fazer dinheiro, ou trabalhar todos os dias sem tempos livres, ou estar em uma mesma empresa por décadas. Pelo contrário, de acordo com diversos estudos feitos por sociólogos em todo o mundo, a geração Z é a que mais se preocupa em encontrar a felicidade, criando uma geração impulsiva e, consequentemente, inestável. Segundo estes mesmos estudos, a Geração Z não se permite fazer actividades que não lhe agradam, são pessoas determinadas e que possuem um elevado auto conhecimento, melhorando o relacionamento consigo mesmo, porém dificultando a interacção com a sociedade. Este é, de facto, o grande problema na comunicação entre gerações. A Geração Z anseia em criar um mundo livre, onde pode-se viver sem ter que se preocupar com os que os outros pensam, onde mulher e homem têm o mesmo valor, onde membros da comunidade LGBT+ possam se assumir sem medo aos olhos maldosos quando caminham pelas ruas. Por outro lado, as gerações anteriores não aparentam estar conscientes das intenções da Geração Z (a qual é chamada de “geração mimimi” pelos mais velhos), com certo grau de rejeição a opinião dada pelos mais novos. SOLUÇÃO A Geração Z não quer saber mais sobre famosos perfeitos, sem estrias, celulites, ou rugas. Ela quer ver a realidade. Quer ver as pessoas sem maquiagem, pessoas em seu dia-a-dia, pessoas comovidas, pessoas que mostram os seus sentimentos e que não têm medo de ser feliz. A solução para comunicar-se com esta geração? Escutar mais e julgar menos.

O ponto de convergência

2 de junho de 2018
O ponto de convergência Por Cláudio Gomes A Internet é definida como um conjunto de redes que permite a descentralização da informação por meio de interconexões de computadores e demais aparelhos electrónicos, por sistemas de protocolos chamados de TCP/IP – Transmission Control Protocol (Protocolo de Controlo de Transmissão). A sua invenção remonta ao ano de 1969, altura em que uma agência afecta ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América (EUA) decidiu encontrar alternativas plausíveis para prevenir um possível corte na comunicação, que viriam a ter lugar caso se efectivasse a ameaça de uma eminente guerra atómica. Ela passou a ser conhecida nos EUA, em particular, três anos após a sua invenção, quando três universidades da Califórnia e uma de Utah, estabeleceram uma conexão conhecida como ARPANET (Advanced Research Projects Agency Network), que culminou com a primeira demonstração pública. Depois de quase meio século de existência, a invenção da internet aliada ao surgimento dos computadores continua a ser o ponto mais alto na revolução das comunicações do século XX. Não há dúvidas que a internet é o maior ponto de convergência do mundo, congregando de forma multidisciplinar todos os sectores da vida pública. Não se sabe ao certo quais foram as motivações que levaram o filósofo e educador canadense, Marshal McLuhan, a usar pela primeira vez a expressão “Aldeia Global”, mas o facto é que a internet tornou o mundo menor, mais interligado e mais dinâmico. O surgimento da internet veio consolidar a visão da “Aldeia Global” usada pela primeira vez em 1960 por McLuhan, 9 anos antes da invenção da internet – segundo a qual o mundo se tornaria numa pequena “Aldeia Global”. Contrariamente ao que se possa imaginar, a Internet e a World Wide Web não são sinónimos. A WWW é um sistema de informação desenvolvido em 1989 por Tim Berners Lee e Robert Cailliau. Este serviço permite ter acesso às informações ligadas/relacionadas entre si através do protocolo HTTP (HyperText Transfer Protocol). Os protocolos de redes de comunicação interligam, hoje, milhões de utilizadores em diferentes partes do globo, que em tempo real partilham suas ideias, valores, ambições e negócios de modo interactivo, com a eficácia e atratividade ímpar. Quando analisamos a postura da comunicação e comparamos com o actual momento das comunicações humanas, percebemos as grandes transformações que ocorreram na forma de trabalhar, de gerar empregos, nos relacionamentos, no entretenimento e na forma como a internet acoplou hábitos e costumes. Estas mudanças constantes devem ser acompanhadas pelos utilizadores das ferramentas de comunicação (internet – redes sociais), para que sejam parte activas destas transformações impostas pelas dinâmicas das tecnologias de comunicação e informação em ascensão constante e permanente, sem deixar em mãos alheias a soberania, os valores culturais e humanos.

Acção Solidária

25 de maio de 2018
O CACIMBO ESTÁ A CHEGAR. E A ÉPOCA DE SOLIDARIEDADE TAMBÉM. O PROJECTO Estamos muito felizes em anunciar o lançamento de mais uma edição da Acção Solidária. A cada nova inici-ativa, temos a certeza que este projecto abraça os va-lores humanitários de muitos parceiros, que acreditam no poder da cooperação para construir uma Angola mais próspera e feliz. Neste mês de Maio, vamos iniciar a nossa mobilização para garantir à comunidade do Tapo, no Barra do Kwan-za, um cacimbo mais acolhedor e digno. Convidamos você e a sua empresa a unirem-se a nós neste gratifi-cante projecto. Acção Solidária em números 2 anos de projecto Quase 3 mil itens entregues 433 pessoas beneficiadas 12 empresas parceiras 25 publicações nos medias COMUNIDADE DO TAPO Localizada no município de Belas, Tapo faz parte da comuna da Barra do Cuanza, cerca de 43 Km a sul do centro da cidade. As pessoas desta zona sobre-vivem basicamente da pesca, do artesanato e de um pequeno comércio. A comunidade não possui água canalizada nem energia eléctrica. Escolas e hospitais são outras duas carências locais, que para aprovei-tá-los é preciso caminhar mais de seis quilómetros. Desde 2016, a comunidade tem sido beneficiada pelas diversas doações arrecadadas pela Acção Solidária, que incluem vestuários, alimentos não perecíveis, material didático e brinquedos. Durante a edição de Natal, realizada no dia 22 de Dezembro de 2017, mais de 400 pessoas foram beneficiadas, entre os quais 185 crianças e 130 mulheres. REDE SOLIDÁRIA Outro grande resultado da Acção Solidária é poder reunir parceiros que se empenharam em mobilizar a sua rede de relacionamento para proporcionar melhores condições para a família do Tapo. Hoje, temos a satisfação em reconhecer e agradecer as 12 empre-sas que estiveram connosco ao longo das edições. COMO FAZER PARTE Participar da Acção Solidária é muito simples: basta mobilizar a sua rede de relacionamento para angariar doações, criar um ponto de recolha dentro da sua estrutura e, ao fim da campanha, entregá-las no ponto de colecta. A partir daí, nós tratamos do resto. A equipa da NC Comunicação é responsável por receber, separar, quantificar e entregar as doações na Comunidade. A cada edição, a distribuição é feita a partir de um calendário definido com a AJACOM – Associação Juvenil de Apoio às Comunidades –, que acompanha e garante que as doações sejam destinadas de forma íntegra e regular. Os doadores também são convidados a fazer parte deste importante momento da entrega e a conhecerem de perto o resultado da acção. O que doar • itens de vestuário (especialmente casacos) • cobertores • alimentos • água • brinquedos DIVULGAÇÃO Todos os anos, a Acção Solidária é acolhida pelos media angolanos, resultado do esforço da nossa equipa de Assessoria de Imprensa em divulgar a actividade nos principais veículos da comunicação social. Além disso, a iniciativa também conta com uma página nas redes sociais, que mobilizam e di-vulgam todas as actividades, especialmente a participação dos parceiros da Rede Solidária, que terão destaque nas publicações. A NC Comunicação também disponibilizará para a sua empresa

CINCO ARGUMENTOS PARA A SUA EMPRESA CHEGAR LÁ

18 de maio de 2018
A sua empresa já tem perfil ou fanpage nas principais media sociais? Produz um conteúdo relevante que cativa e engaja o público? Investe nos espaços virtuais frequentados pelo público-alvo? Se ainda resta dúvida sobre o que as redes sociais podem fazer pelo seu negócio, reunimos neste artigo cinco argumentos sólidos que mostram a importância de estar nas principais redes sociais e o que podem fazer pelo seu negócio. Vamos a eles. Conexão com a cultura digital Ter um perfil nas redes sociais é apenas uma das mais diversas opções de actuação digital que as pessoas têm. O que os meios digitais deram início foi a uma cultura digital, que se consolida a cada dia. Como cidadãos, consumidores ou navegadores anônimos, estamos propensos a transferir para a internet muitas de nossas demandas, como compras, relacionamento, busca por serviços e por informações, etc. A cultura digital conecta pessoas e marcas no mundo virtual. É por isso que as estratégias de marketing na internet recomendam uma forte presença digital das marcas, uma vez que as pessoas não têm diferenciado a actuação online e offline das empresas. Estar nas redes sociais, portanto, é participar da cultura digital contemporânea. Promoção do engajamento As redes sociais — ou media sociais, como é mais correcto chamá-las, são o meio mais eficiente para promover o engajamento da sua marca com o público-alvo. A sua própria natureza, de ser uma media de conversa, ajuda a criar um canal de relacionamento com o público. Marcar presença nas redes sociais é, portanto, abrir espaço para a manifestação do público a fim de captar sua percepção sobre produtos e serviços, ajudar na viralização de conteúdo e manter a marca em constante diálogo com o consumidor. Engajamento é participação activa das pessoas no seu negócio, e isso as media sociais podem entregar com excelência.   Media de múltiplas estratégias É possível activar diferentes campanhas com diversos objectivos nas redes sociais. Seu uso no marketing digital é multifuncional, podendo ajudar nos esforços de comunicação de várias formas. É possível promover uma marca no Facebook e no Instagram, iniciar uma conversa engajada no Twitter sobre um tema do momento ou criar conteúdos aprofundados para o mercado corporativo no Linkedin. Cada mídia social pode contribuir com a atuação digital da empresa de acordo com suas características. Divulgação de conteúdo próprio A actuação nas redes sociais para empresas só tem sentido quando a mesma oferece um conteúdo relevante para o seu público. Conteúdos que informem, envolvam e cativem as pessoas para que se afeiçoem à marca e a produtos e serviços. Esse poder do marketing de conteúdo pode ser multiplicado com as redes sociais digitais. Uma empresa que produz conteúdo próprio sobre o seu negócio tem mais chances de controlar a percepção do público, logo pode influenciar nas decisões de compra. Usar as redes sociais para difundir esses conteúdos é mais do que fundamental para o sucesso de uma estratégia digital. O melhor é que isso pode ser feito com texto, imagens, vídeos e tantas outras aplicações. Custo relativo baixo Terminámos as dicas com a primeira coisa que as empresas gostam de ouvir: o custo não é alto. Antes, precisamos afastar a ideia de que redes sociais são de graça. Investimentos em agências e profissionais

Ouvir o Cliente

11 de abril de 2018
Ouvir o Cliente Por Josefa Manuel/Sala de Imprensa Saber o que o cliente quer realmente é um factor muito importante para criar uma boa relação e o caminho mais viável para criar este feito é saber ouvi-los com atenção. Quando um cliente procura um determinado serviço, quer ser atendido com satisfação, clareza e exatidão, quando isso não acontece, acaba matando o interesse. Com isso, o cliente acaba por procurar a concorrência. Ajudar o cliente a entender o que ele quer, o que é melhor para ele, vai beneficiar não só o cliente como a própria empresa, porque as vezes aparecem aqueles clientes indecisos que não sabem o que procuram. Se a empresa estiver devidamente preparada, com profissionais devidamente qualificados. isso vai ajudar bastante a potencializar o serviço e deixar o cliente satisfeito. É necessário que levemos os problemas dos clientes a sério porque são eles que fazem a nossa empresa. Se for possível, tentar resolver de imediato. Desta forma, o cliente sentir-se-á valorizado e, por consequência, acaba por trazer novos clientes. É na hora do atendimento que o cliente manifesta a sua intenção e estar profissionalmente preparado para ouvi-lo significa dar importância ao que ele busca. A comunicação é a base de tudo, como por exemplo, quando falamos dos nossos serviços diante dos clientes eles, como receptores, vão interpretar da sua maneira, mas tudo depende de como vamos transmitir, o gesto que vamos usar, o tom da nossa voz, é que vai definir se teremos um feedback  positivo ou negativo. Por isso é que uma comunicação começa quando uma mensagem é passada de uma pessoa para outra e é compreendida. Se o retorno for negativo devemos saber ouvir as críticas dos clientes. Isso só ajuda a empresa a rever os seus serviços ou conceitos no mercado. Devemos manter- nos humildes enquanto empresa e ter uma relação transparente e honesta com os clientes.   

Quando tudo estiver escuro é tempo de brilhar.

3 de abril de 2018
Quando tudo estiver escuro é tempo de brilhar. Por Carol Cintra/NC Comunicação e Promo Publicidade em tempos de crise: investir para aparecer. Não importa a proporção da empresa, em tempos nebulosos todas se unem num mesmo pensamento: cortar gastos. Algumas reduzem funcionários, benefícios e outras chegam até a fechar. Dentre os principais custos que tendem a ser reduzidos está a publicidade. E é neste ponto que consiste o problema. A Publicidade precisa ser vista como INVESTIMENTO, não como CUSTO. Afinal, esta ferramenta do marketing é uma forte aliada da sua empresa, pois gera retorno e trabalha em prol da sua imagem. Em situações extremas, uma opção a ser considerada é reduzir o volume de investimentos nos media, mas parar de publicitar, jamais. Uma marca que se faz sempre presente no dia-a-dia dos seus consumidores mostra-se mais forte, confiável, mesmo diante das maiores turbulências económicas. Por outro lado, cenários difíceis podem apresentar uma excelente oportunidade de destacar-se no mercado. E para isso, os diferenciais do seu negócio devem ser visíveis e de conhecimento do público. Um bom caminho para consolidar a sua marca é com a divulgação de promoções e diferenciais do seu produto. Diversos tipos de media devem ser considerados, de acordo com o seu negócio e sua estratégia de mercado. Se precisar impulsionar os resultados da sua empresa, conte com as empresas do Grupo NC. Temos as melhores soluções para empresas de todos os tamanhos e perfis.  

O MARKETING DIGITAL FAZ SENTIDO PARA O SEU NEGÓCIO?

23 de março de 2018
O MARKETING DIGITAL FAZ SENTIDO PARA O SEU NEGÓCIO? Por Dannilo Santana/NTI Com todas as estratégias e “leis” de mercado que ditam como uma empresa pode ser bem sucedida, é importante que o empresário preste atenção em outra “regra”: nem sempre quantidade é sinônimo de qualidade. Seleccionar as estratégias e ferramentas correctas, a fim de reduzir os esforços e aumentar o foco, pode trazer mais resultados do que espalhar seu investimento em várias acções. Apesar de parecer a “palavra do momento”, sem valores reais que podem ajudar o seu negócio, é exactamente disto que o empreendedorismo fala. Sair da obviedade, avaliar as melhores estratégias para atingir os resultados esperados e pesar o investimento necessário para colocá-las em acção é o que vai decidir se o marketing digital é a melhor escolha para seu negócio. Quando falamos em números, uma página do seu site no ar que atraia um milhão de visualizações pode parecer um óptimo resultado para o seu negócio. Mas, e se nós dissermos que uma publicação nas redes sociais com alguns compartilhamentos pode trazer mais lucro para sua marca? Com marketing digital, o objectivo que deve-se buscar não é abundância, mas visualizações qualificadas. Métricas qualificadas são as únicas que podem trazer retorno para seu investimento. Exactamente por esse motivo o mercado classificou as “métricas de vaidade”, aqueles números que podem parecer grandes e atractivos para o empreendedor mas, no final, não dizem muito sobre o resultado da acção nem sobre o retorno financeiro da mesma. É a selecção de boas métricas, a análise de números realmente importantes, que vai dizer o quanto o marketing digital pode ajudar a sua empresa a crescer e conquistar um novo espaço no mercado. Fugir das armadilhas das métricas que não vale a pena ser levadas em consideração pode ser a chave para levar a sua empresa de participante do meio digital para um lugar de actuação forte e que marca presença. Mesmo que o encanto de encontrar um grande número de usuários cadastrados no seu site, ter um alto volume de tráfego diário e curtidas numa publicação nas redes sociais possa agradar seus olhos por um momento, o prazer é momentâneo. Assim, só existe um caminho para descobrir se o marketing digital é a estratégia certa para o seu negócio: colocar no papel quais números de traduzem em lucro para sua empresa e quais resultados podem ser convertidos em clientes. Precisa de ajuda para fazer essa análise? Entra em contacto connosco. A NTI Soluções Digitais terá um enorme prazer em ajudá-lo a crescer.  

Sete pontos cruciais da comunicação corporativa

20 de março de 2018
Comunicar é fazer-se entender; é transmitir uma mensagem com garantias de que o receptor compreenda. Se isto não ocorre, não há comunicação. Está apenas a falar consigo próprio. E, infelizmente, muitas empresas ainda não compreenderam a importância da comunicação e continuam a falar para elas mesmas. Isto ocorre devido a uma série de factores. Pensando nisso, elaboramos alguns pontos cruciais da comunicação corporativa sobre os quais iremos discorrer em outras publicações.                 Público-Alvo É um factor primordial no planeamento de qualquer empresa; a definição correcta do público-alvo é determinante para que se alcance os resultados pretendidos com as acções de comunicação. Se a empresa possui produtos direccionados para classes e idades diferentes, é importante pensar em planos de comunicação diversificados, a fim de conseguir comunicar-se efectivamente.                   Press Release Press release é um texto jornalístico sobre algo ou alguém que é enviado aos meios de comunicação. Conhecer e respeitar os times dos jornais é fundamental para que tenha mais chance do seu press release ser publicado. Assim sendo, procure cumprir com os prazos colocados pela assessoria de imprensa para aprovações de press releases ou envio de informações. Tenha em consideração que os prazos são criados levando em conta o time dos meios de comunicação.                         Ouvir o cliente Muitas empresas pensam que comunicar é apenas falar. A via é de mão dupla. Comunicar também é ouvir, sobretudo hoje com a existência de diversos canais que possibilitam a livre expressão. Procure escutar o que o seu cliente tem a dizer sobre si ou o seu produto.                   Comunicação interna Se a comunicação interna  falha, dificilmente a comunicação externa irá funcionar. A informação precisa fluir de forma a chegar até ao assessor, em tempo hábil, para que ele possa escolher a melhor forma de as divulgar. Vale ressaltar que investir numa comunicação interna eficaz com o uso de intranets, jornais murais, informativos internos, entre outros, é uma excelente forma de fazer com que a informação flua.   Medo de comunicar A empresa não pode ter medo de expor-se. Para isso, é necessário que saiba responder. Que tenha alinhado internamente respostas para as possíveis questões que possam ser colocadas numa conferência de imprensa ou numa entrevista, por exemplo. Falar de forma simples, directa fazendo uso das inúmeras ferramentas disponíveis para isso.               Gerenciamento de crise de imagem Quando uma empresa escolhe comunicar, está sujeita a ter retornos positivos e negativos. A melhor forma de gerenciar os momentos de crise de imagem institucional é não se desesperar. Reagir com informações positivas sobre a organização é a melhor forma de tentar “abafar” uma notícia negativa que foi publicada.                 Redes Sociais É um tiro no pé negligenciá-las actualmente. Quando um cliente pensa numa marca, uma das primeiras perguntas

A informação na era digital

20 de agosto de 2017
A Era da Informação ou era digital são termos frequentemente utilizados para designar os avanços tecnológicos advindos da Terceira Revolução Industrial e que reverberaram na difusão de um ciberespaço, um meio de comunicação instrumentalizado pela informática e pela internet. Na informação, hoje temos uma população que deixou de ser passiva, e passou a ser activa, cada vez mais o cidadão passou a ser um emissor de informação, emissor de conhecimento e de opiniões sobre pessoas, produtos, bens e serviços, estratégias de marcas, e até sobre hábitos e costumes. Para todos os líderes e gestores, ou para aqueles que usam  da comunicação, para apresentar os seus produtos, defender as suas teses,suas ideias, suas reflexões e conceitos, devem estar muito atentos a velocidade da informação, e por conseguinte a liberdade que estamos a viver em termos de informação. Mas o grande paradoxo é a liberdade contra o aprisionamento que nós estamos a viver e a permitir, tudo porque,nesta nova era, quase tudo passa pelos aplicativos, estes permitem-nos fazer quase tudo o que quisermos. Mas ao mesmo tempo ficamos com as restrições, e aí sim aprisionados nas performances dos sistemas. Os tais sistemas que facilitam à vida e que têm a capacidade de organizar dados, processar informações, mas é preocupante do ponto de vista das relações humanas, os sistemas acabam por criar um certo distanciamento e refriamento entres as pessoas. O uso das plataformas digitais, mesmo que em termos de comunicação, remete-nos a uma reflexão, de até onde devemos ir para encontrar um equilíbrio, para não ficarmos apáticos e fora do universo, o uso constante das tecnologias nos obriga a todos a estarmos nesta aldeia global, onde todos estamos a migrar para este campo. É só vermos como hoje em dia as instituições atingem os seus públicos alvo mais facilmente, antes de qualquer meio, os digitais acabam por ser aqueles que chegam mais facilmente e de forma directa aos seus potenciais clientes. A comunicação hoje se bate, em como fazer os seus ajustes, como fazer os seu upgrade, para poder estar estar dentro desta nova dinâmica, nova forma de comunicar, este é o grande desafio da sociedade e das empresas. Alguns meios de comunicação convencionais vão perdendo a força, coloca-se a questão, será que os jornais e revistas vão desaparecer? Certamente que não, mas dada a velocidade que a informação hoje é veiculada, urge a necessidade destes meios  se reinventarem e adequarem-se à nova realidade, é por isso que até os jornais e revistas mais conservadores, adoptaram ao formato digital, fruto da nova era. As instituições  que não queiram ficar para trás em termos de comunicação, naturalmente devem usar as novas farramentas a seu favor, mas devem fazê-lo com profissionais no ramo, porque o mundo empresarial, não está mais para amadores, mas sim para profissionais.    

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